
A empresa Uniduto Logística deve começar a construir um duto de etanol em julho de 2010, com extensão de 618 quilômetros e capacidade para transportar 21 bilhões de litros do biocombustível por ano. Criada em 2008, a Uniduto é uma formada por dez grandes grupos sucroenergéticos, entre eles Copersucar, Cosan e Crystalsev, que tem o objetivo de melhorar a infraestrutura para o transporte do álcool combustível no Brasil.
Em sua primeira fase, o projeto prevê a construção de um duto com três centros coletores que cruzarão o estado de São Paulo pelo interior até o porto de Santos, para carregamento dos navios e consequentemente para exportação. Neste período, a previsão de gastos é de aproximadamente US$ 1 bilhão. Na segunda fase, serão feitos estudos para expansão da via para outros estados produtores de etanol. Antes do início das construções, a Uniduto precisa finalizar a compra de terras e a obtenção de licenças ambientais e regulamentações exigidas por lei. A aquisição das terras será feita durante os próximos 70 dias, enquanto a maioria das regulamentações será obtida até o final de 2009.
Em sua primeira fase, o projeto prevê a construção de um duto com três centros coletores que cruzarão o estado de São Paulo pelo interior até o porto de Santos, para carregamento dos navios e consequentemente para exportação. Neste período, a previsão de gastos é de aproximadamente US$ 1 bilhão. Na segunda fase, serão feitos estudos para expansão da via para outros estados produtores de etanol. Antes do início das construções, a Uniduto precisa finalizar a compra de terras e a obtenção de licenças ambientais e regulamentações exigidas por lei. A aquisição das terras será feita durante os próximos 70 dias, enquanto a maioria das regulamentações será obtida até o final de 2009.
O novo duto, que deve ficar pronto em 2011, será o terceiro destinado ao etanol em solo brasileiro e o primeiro nascido a partir da iniciativa privada. A Petrobras tem outros dois projetos deste tipo em diferentes fases de desenvolvimento, um para unir os centros produtores de Goiás e São Paulo, e outro para conectar as centrais de processamento de açúcar do Mato Grosso do Sul com o porto de Paranaguá, no Paraná.
Uma vez concluída a construção do novo duto, a Uniduto pretende estudar a expansão de um ramal a outras regiões produtoras de etanol, como os estados do Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, o que exigiria aumentar o volume de produção nessas regiões. O presidente da empresa, Sérgio Van Klaveren, disse em entrevista exclusiva ao Nicomex Notícias, os benefícios do novo duto. “Essa obra garantirá o escoamento da produção com qualidade, rapidez e baixo custo conferindo mais competitividade aos seus usuários, tanto no mercado interno quanto externo”, afirmou o executivo.
O presidente falou ainda sua expectativa sobre o setor de etanol no país. “O segmento vem assumindo um papel cada vez mais importante no mercado brasileiro. As taxas de crescimento ao redor de 18% ao ano, são a evidência de um setor dinâmico. No mercado interno, o fato de mais de 90% da frota leve produzida ser flexfuel já indica que este dinamismo deve continuar nas próximas décadas. No mercado externo a necessidade da mudança da matriz energética e a consolidação do etanol como commodity também apontam na mesma direção” – disse Sérgio Van Klaveren.
Com 27,506 bilhões de litros de etanol produzidos na colheita 2008-2009, o Brasil é o segundo maior produtor do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, onde é utilizado utiliza o milho como matéria-prima para o combustível. O país é, além disso, o maior exportador de etanol do mundo, ao faturar o ano passado R$2,39 bilhões nos mercados internacionais.
Uma vez concluída a construção do novo duto, a Uniduto pretende estudar a expansão de um ramal a outras regiões produtoras de etanol, como os estados do Mato Grosso, Goiás e Minas Gerais, o que exigiria aumentar o volume de produção nessas regiões. O presidente da empresa, Sérgio Van Klaveren, disse em entrevista exclusiva ao Nicomex Notícias, os benefícios do novo duto. “Essa obra garantirá o escoamento da produção com qualidade, rapidez e baixo custo conferindo mais competitividade aos seus usuários, tanto no mercado interno quanto externo”, afirmou o executivo.
O presidente falou ainda sua expectativa sobre o setor de etanol no país. “O segmento vem assumindo um papel cada vez mais importante no mercado brasileiro. As taxas de crescimento ao redor de 18% ao ano, são a evidência de um setor dinâmico. No mercado interno, o fato de mais de 90% da frota leve produzida ser flexfuel já indica que este dinamismo deve continuar nas próximas décadas. No mercado externo a necessidade da mudança da matriz energética e a consolidação do etanol como commodity também apontam na mesma direção” – disse Sérgio Van Klaveren.
Com 27,506 bilhões de litros de etanol produzidos na colheita 2008-2009, o Brasil é o segundo maior produtor do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, onde é utilizado utiliza o milho como matéria-prima para o combustível. O país é, além disso, o maior exportador de etanol do mundo, ao faturar o ano passado R$2,39 bilhões nos mercados internacionais.







